Se você pudesse mudar seu nome, pra qual mudaria? se é q mudaria.
Mudar meu nome? Eu não sei... É que Angelo Raphael é tão... diferente... eu gosto dele assim :D
Baú do Angelo... Histórias, cultura, e muita inutilidade. Comente por favor
Se você pudesse mudar seu nome, pra qual mudaria? se é q mudaria.
Mudar meu nome? Eu não sei... É que Angelo Raphael é tão... diferente... eu gosto dele assim :D
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Angelo Dias
às
2:10 AM
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Qual é a melhor lembrança da sua época de colégio?
MELHOR LEMBRANÇA?
Minha melhor lembrança da época de colégio é ficar na minha sem cheirar nem feder, sem ninguém precisar de mim pra nada. É ótimo ficar invisível quando se quer.
resposta extra: Pior lembrança? Eu SEMPRE fui invisível. Até quando não queria.
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Angelo Dias
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2:09 AM
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(abre aspas)
É incrível como a nanotecnologia está nos dias de hoje. Ontem mesmo entrei na superweb e comprei uma cápsula nova. Ontem mesmo pedi que me substituíssem a luminária que queimou. Ontem mesmo eu fui dormir em minha antiga cápsula marrom. E hoje, por incrível que pareça, acordei em uma novíssima cápsula azul-céu, com redoma de acrílico e ar-condicionado. Olhando para fora vejo que minha luminária antiga não está mais queimada.
(fecha aspas)
No exato momento que nosso personagem... Jack. Vamos chamá-lo de Jack, já que é um nome cliché, e não queremos dar muitas características à ele. Voltando onde estava... no exato momento que Jack confirmava a compra de sua novíssima cápsula modelo 8.1 da marca mais famosa da época, bilhões de elétrons circulavam pelas vias da superweb. Alguns deles iam em direção ao banco onde ele mantinha seu dinheiro. Outras, iam em direção ao computador central do vendedor. Simples, não? Igual a internet, tecnologia obsoleta.
O que faz a superweb ser diferente da internet é que isso tudo acontecia em 0.8 segundos. em 2.0 segundos, o banco confirmou que Jack tinha dinheiro para aquela compra. Em 2.5 segundos, o computador-vendedor confirmou a compra. Em míseros 3 segundos, Jack recebia a mensagem VENDA 3361A83 CONFIRMADA em seu par de óculos. A tecnologia não era a mesma.
Ao receber aquela mensagem, ele apertou o pequeno botão em seu óculos preto de acetato e pôs as mãos em posição de navegação. Com gestos rápidos, várias imagens foram se projetando na lente de seu óculos, e com apertões e beliscos no ar, como se estivesse fazendo mímicas e gestos soltos, Jack entrou no site de sua luminária. Falou: Reparos ou Substituições. Após o site ser atualizado conforme seu pedido, clicou em Reparo Único, Luminária, Confirma. Neste site eles tinham a lista de todos os produtos que Jack tinha em sua casa. A privacidade ganhou novo significado com essa tecnologia.
A mágica acontece agora: A superweb não só envia ou recebe dados. Ela está em tudo. Jack levantou de sua mesa, e andou até o quarto. Todos os seus passos foram gravados pela SecurityGen, empresa de segurança anti-sequestro. Cada passo dado por ele era reconhecido pelos sensores da superweb que ficavam no chão, e automaticamente enviados à empresa citada. Quando chegou no quarto e apagou a luz, sua cápsula fez um barulho mecânico e puxou o lençol de tecido sintético para o lado. Quando Jack deitou, o lençol foi cuidadosamente depositado sobre seu corpo (a superweb tinha todas as medidas corporais de Jack. Se caso ele morresse e tivesse um Clone incluído em seu plano de saúde, suas medidas seriam rapidamente copiadas, e a última memória gravada por sua cápsula seria incluída no cérebro de seu clone. Não existia mais morte, com a tecnologia).
A cápsula monitorava batimentos cardíacos enquanto lentamente inseria o cabo de transferência atrás da orelha direita de Jack. Este cabo gravaria todas as memórias que seu cérebro adquiriu durante o dia, enquanto iniciaria o plano de sonhos que Jack comprara antes de dormir. Esta noite o plano de sonhos era um conjunto de palestras sobre o abandono do uso de petróleo e a revolução eletromagnética das montadoras automotivas. No dia seguinte Jack teria uma reunião-holográfica ali mesmo em sua casa com seu chefe, e queria ter o assunto fresco em sua mente. Nem mesmo o sono era o mesmo com a tecnologia.
Durante a noite, os nanoworkers surgiam. Estes seres mecânicos do tamanho de uma unha saíam do "ralo", um cano do tamanho de um punho humano, que ligava a casa de Jack ao resto do ciberespaço físico da superweb. Milhares de nanoworkers saíam do ralo, como se fossem formigas, frenéticos, cada um de uma cor. Os azuis começaram a fazer a limpeza do apartamento. Com velocidade incrível, torturavam os restos de comida no prato, transportavam ao recipiente de dejetos, e deixavam a carga minúscula lá. Faziam isso com a casa toda. Todo grão de poeira era eliminado, toda gota de gordura, excluída. Os nanoworkers vermelhos pareciam saúvas. Eles tinha compartimentos trazeiros. É como uma unha do dedo mínimo carregando uma unha do dedo indicador. Outros milhares de nanoworkers. Estes, por sua vez, começaram a desmontar a cápsula de Jack. Enquanto ele dormia como uma criança, milhares de nanoworkers iam substituindo a antiga matéria baseada em madeira de sua cápsula por minúsculos cubos plásticos. Estes cubos, juntos, formariam a cápsula que ele dorme. Os nanoworkers prata chegaram em multidão, subiram na luminária, entraram no bulbo da lâmpada e... saíram. Em três minutos, consertaram o circuito interno do aparelho.
É confuso. Se o computador sentir que você está acordando, ele manda os nanoworkers de volta para o ralo instantaneamente. Mas se você dormir tranquilamente em uma noite (que tem oito horas pré programadas), pode-se trocar toda a mobília de casa. Empresas de transporte não existem mais. Lojas físicas não existem mais. A tecnologia mudou o mundo. Qualquer pessoa podia entrar na superweb com aparelhos inseridos em óculos comuns. Quem não queria óculos, implantava uma tela em sua córnea. Existem rumores de olhos com visão noturna embutida, sensores de calor e câmera fotográfica.
Qualquer um acessava a superweb. Se quisesse provar um alimento antes de comprá-lo, era só por o dedo indicador direito na boca. Este dedo deveria ter, por lei, uma placa de conexão superweb em sua ponta. A nova Impressão Digital. No momento que você põe o dedo em algo, pode registrar sua composição química ou sua origem. Neste caso, a superweb simula o sabor do alimento na ponta deste dedo.
O homem evoluiu. Hoje, não existe mais família. Pra que ter filhos se podemos criar humanos sintéticos com personalidades copiadas? Se você morrer fisicamente, pode ter um clone te esperando, e continuar sua vida. Se quiser morrer espiritualmente, implantamos em um corpo vazio sua personalidade, e excluímos sua memória, criando um ser novíssimo. As relações sexuais eram inexistentes. Um homem poderia obter muito mais prazer se comprasse um pacote de sonhos com temas eróticos. Mulheres tinham planos de sonhos feitos para elas. E se um homem quisesse experimentar como uma mulher se sente, poderia comprar um sonho adaptativo.
As sensações acabaram, a luta acabou, o trabalho acabou. O prazer era sintético, o corpo era sintético, as relações eram sintéticas. Mobílias pré-moldadas, sonhos pré-programados e memórias pré-armazenadas. Se isso é evolução, eu prefiro o primata que lutava, sentia dor, morria, comia. Enfim, vivia. Dizem que só evolui aquele que luta pela vida. Neste mundo, a vida parou de existir há tempos. Estamos vivendo a época de ouro: a Desevolução: De humanos, vamos virar amebas.
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Angelo Dias
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7:01 PM
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passwords Computador e Manutenção, textos
Então eu me achei sozinho mais uma vez em casa.
E solitário no ao-vivo, solitário no virtual, eu corro pro blog.
À quem interesse... semana que vem eu estou no Acampamento do Maurão, o Sol da Vida.
No começo da última semana estarei tatuando mais uma vez. Agora vai ser o ombro direito e, se Deus quiser, vai ficar com uma semelhança bizarra com o esquerdo. Lindo.
Que seja. Digo pra vocês que semana que vem eu vou levar meu gravador de voz. E espero que tudo o que eu pensar de proveitoso eu possa gravar, que nem um idiota. E que tudo que eu fale e que eu grave acabe aqui, em um texto, ou em um livro best-seller que poderá me render 1 milhão de euros.
Or Not.
Beijos.
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Angelo Dias
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6:53 PM
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passwords Dissertação, particulares
Uma música? sim é a q vc maiiiis gosta.
A música que eu MAIS gosto do mundo todo??
vc sabe que eu nao tenho UMA.
mas... tá... eu gosto MUITO de Obstacle 1 do interpol. E de Sister, do She Wants. E da Jambi do Tool. Hmm... não sei mais!
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Angelo Dias
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7:11 PM
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como futuro jornalista...você se considera uma fonte segura de passar informações ou de guardar informações?
Como futuro jornalista eu me considero um bom escritor. Guardar informações é pra padre de confessionário. Eu guardo segredos bem, se é o que você quer saber, e sei muito bem como repassar informações, se necessário.
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Angelo Dias
às
10:49 AM
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pq as vezes você é tão sincero?
Pq eu aprendi que mentindo eu conseguiria ser quem eu quisesse, mas só falando a verdade conseguiria ser eu mesmo. E se falando a verdade as coisas acabarem bem, você fica 10x mais feliz.
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Angelo Dias
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1:20 AM
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Muito amor e paz e bla bla bla
feliz aniversário, Jesus.
Que vocês conheçam este Jesus que todos esqueceram, e vejam que a alegria do natal pode ser eterna.
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Angelo Dias
às
11:59 PM
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passwords particulares, Religião
As coisas acontecem quando menos esperamos.
e quando menos esperamos, estamos acontecendo com ela
o que vai acontecer comigo, nem eu sei
o que vai ser de tudo isso, nem tu sabes.
o que eu sei é que eu estou aqui, aqui mesmo, pronto.
pro que der e vier.
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Angelo Dias
às
2:30 AM
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Via Devaneioslinos, blog de meu amigo Ramon, ou PRESUTO, para os intimos.
Plot
Me curvei diante da platéia e fui vaiado.
Fiz o meu número mais perfeito e mais ensaiado.
Executei cada movimento com perfeição e cada fala na hora certa.
Todo olhar era sincero, era falso.
E o palco era tão familiar quanto a minha casa.
Caminharia pela madeira do palco, mesmo se estivesse de olhos fechados.
A maquiagem era eficiente.
O figurino era simples e original.
As cortinas se abriram e na coxia os atores se aqueciam.
O terceiro sinal tocou.
A platéia riu, chorou e houve uma Catarse.
Mesmo assim, depois da peça perfeita, eu fui vaiado.
E quando olhei pra platéia, eu estava lá!
Não se esqueçam! VIA>>> Devaneioslinos.
Visitem
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Angelo Dias
às
11:59 PM
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passwords Ctrl+V
estou pensando em uma crônica exclusiva para o site mais quente da galáxia, o Ato ou Efeito.
por isso nao vou postar nada.
:D
faloulis
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Angelo Dias
às
11:58 PM
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Cinquenta anos nas costas, vinte e poucos livros publicados. Destes vinte e poucos, quase todos eram bestsellers. Eram história de terror, mescladas com histórias de suspense, e morte, e magia, e religião. Todas elas imersivas e bonitas. O herói sempre era capturado por um bando de malfeitores. Se ele fosse caçador, era capturado por índios. Se fosse índio, por caçadores. E a história meio que se repetia em todos os livros, mas mesmo assim, todos eram vendidos aos mesmos fãs e a fãs novos.
Cinquenta anos nas costas, e ele só tinha vendido livros ruins. Ele achava seus livros mal editados, mal acabados, mal escritos. Enfim, livros ruins. Os leitores gostavam pois eram livros cheios de entusiasmo, de alegria. Mas o escritor não, este não. Ele via, nos livros, noites mal dormidas para terminar capítulos, garrafas de uísque esgotadas, brigas com editores por telefone. Enfim, era um trabalho, um ganha pão. Não era nada de se orgulhar.
E entre clichês da vida, como uma linda tarde de verão, e uma noite estrelada, ele resolveu escrever um livro. Não outro livro, como os que ele havia escrito, mas um livro novo. Um livro de... sexo. Não, melhor não. Um livro de suspense com sexo. Hmmm... Por que não um livro de ficção científica, de suspense e sexo? Não. Ele já tinha explorado o suspense demais. Queria outra coisa. Pensou em um livro de filosofia, um livro discursivo. Mas ele nunca terminou a faculdade de letra, como ia discursar com embasamento? Não. Ele tinha que encontrar um assunto.
E foi vivendo, foi vivendo, e resolveu escrever um drama. Um drama com amor. Ele resolveu escrever sobre sua vida. E naquela tarde sentou-se em seu computador e começou a digitar o livro que haveria de ser seu melhor, e mais vendido. Uma história a lá "Sinédoque Nova York" sobre si mesmo. Tinha pitadas de fantasia, claro, mas era sua vida inteira, retratada, sob o olhar de um personagem principal, obviamente mais ficcional do que ele. Ao invés de um velho gordo nerd, era um jove forte nerd.
Com os meses passando, ele foi escrevendo. Agora era outra pessoa, diziam. Escrevia com vigor, sorria, falava alto e com prazer. Estava feliz, pois escrevia a história mais fascinante de sua carreira. Até mesmo quando descobriu o câncer, não desanimou, tinha um livro a lançar. Quando sua mulher o levou ao hospital, ele levou o computador junto. Seus filhos iam visitá-lo sempre, diferente do passado, onde eles nunca o viam. Sua mulher começou a ficar com ele mais tempo, uma coisa que nao acontecia desde a separação. Sua vida mudara por causa de um livro que nem lançado tinha sido.
Uma noite ele teve um pesadelo. Sonhou que o computador quebrava, e seu texto ia para o lixo, para sempre. Naquela mesma noite, ligou o computador e escreveu sobre o último momento do herói. Após descobrir uma doença mortal, enclausura-se em um hospital, com sua família perdida há tempos. E escreveu, escreveu, escreveu, até o amanhecer.
E quando sua mulher acordou e viu o computador ligado com a palavra FIM escrita na tela, não se apressou. Não chamou os enfermeiros, não chorou, não ficou desesperada. Tirou o computador do colo de seu marido, abraçou-o, e deu um beijo no seu rosto já sem vida. O texto foi publicado uma semana depois do enterro, e uma semana depois da publicação, já tinha vendido mais que todos os outros. Sua vida virou seu maior sucesso.
[o texto ficou bom? escrevi hj pra hj, entao... rápido]
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Angelo Dias
às
11:59 PM
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passwords programado, textos
Quando a esmola é muita, o santo desconfia.
Desconfia que atras da esmola tá um problema.
as vezes a esmola é muita e é de verdade
as vezes ela é muita e é de trapaça.
Quando o santo chega perto da caixinha
e ve as moedas de centavo
pega com gosto humilde e sai sorrindo.
Quando o santo chega perto da caixinha
e ve moeda de ouro, prata e bronze,
chega maroto, pega com calma, e sai de mansinho.
Vai que é armadilha do destino? Ou de algum moleque travesso?
Quando a esmola é muita, o santo desconfia.
Mas quem vive de esmola não recusa.
Vem, pega, e muitas vezes se frustra.
Mas quem liga pra frustração da vida?
Tudo na vida é feito de aprendizagem,
e o santo pode dizer.
Hoje ele desarma qualquer arapuca na grana
e sai ileso de qualquer armadilha
mas uma coisa ele não parou de dizer:
quando a esmola é muita, o santo desconfia.
Pega com cuidado, maneja, cuida e limpa.
Tira a impureza e ve se a esmola não é falsa.
Se for falsa, joga fora, se for real, guarda.
Se for real real, usa bem pra coisa boa.
Que as esmolas que a vida nos der sejam verdadeiras e não trapaças feias de moleques de nariz escorrendo.
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Angelo Dias
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11:59 PM
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passwords [Pseudo] Poemas, programado
Minha falta de inspiração pra textos vem do meu estado. Estou com FALTA de amor dentro de mim, então, que sabe quando postarei?
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Angelo Dias
às
10:58 PM
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Hoje dou parabéns pra mim.
pois desde o dia 30/05/06, com este post (de merda), eu começava este blog.
fazendo as contas são...
3 anos e 6 meses já.
um filho pra mim.
Parabéns pelo meu septuagésimo primeiro post.
701 posts desde então.
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Angelo Dias
às
3:26 AM
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passwords particulares