domingo, 4 de outubro de 2009

só?

É.

Acho que não estou mais tão só.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Cirandinha

É.

acho que volto cá.

não sei.

São duas semanas difíceis de se viver. Mas "Não cai uma folha d'árvore se Deus não quer", conforme dona Susi. E não cai mesmo.

E realmente descobri que esse blog é uma puta (perdão pela expressão). Ele só serve pra quando se está REALMENTE só. É.


(não gosto de putas, ok? Eu tenho amigos que gostam (Y), mas eu nunca me meti nessas. Só pra não assustar os leitores).

domingo, 30 de agosto de 2009

Novo Blog!

Opa, leitores assíduos dessa joça!

agora eu estou postando em um outro blog, com uns amigos da faculdade. Faço resenha de livros, de jogos, de HQs e músicas, as vezes.

visitem!


http://pingadoepao.blogspot.com/


:D valeu moçada!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Baywords

Sistema de blogs úteis.

http://baywords.com/

Lá vc cria seu blog e fala sobre o que quiser. Free Speech. Liberdade de Expressão no blog.

(mais um post guarda-links para o Angelo)

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Um bom leitor acha comédia onde deveria haver drama.




C0x@ deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Normal":

O angelo Axei esse texto muito normal!!!


Adoro vc, coxão!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Normal

Acordou normalmente. Levantou, pegou o relógio, apertou dois botões, e voltou a dormir. Depois de 10 minutos, acordou de vez. Levantou lentamente, esfregou os olhos e pegou sua calça preferida. A preta, daquele tecido estranho, que não era jeans nem sarja. Vestiu a camiseta nova, e o tênis também novo. Queria mostrar para os amigos as novíssimas aquisições. Pegou sua mala, desceu a escada, entrou no carro, pôs a chave no contato e girou. Ligado.

Acelerou para fora do portão, e foi guiando como o normal. Rápido, chegou ao centro de sua cidade e dirigiu em direção à rodovia. Rapidamente estava nela. Acelerava, escutando músicas rápidas demais para as sete horas da manhã. E com elas, ele ia acelerando. O limite da rodovia era 110 km/h, e ele guiava a 140 km/h. Seu carro, nem novo nem velho, voava pela estrada, normalmente, e tremia. Era muito rápido para ele.

Após quarenta e cinco minutos de ultrapassagens e congestionamentos, chegou a sua faculdade. "Grande bosta!" pensava ele. Andou até a entrada e viu os fumantes no portão. Viu uma garota linda com um cigarro na mão, sugando a fumaça como se ela fosse sua razão de vida. Entrou pela porta principal, percebeu a reforma na guarita de informações, e viu um colega tomando um café. "Como uma mulher tão linda pode fumar como ela?" Perguntou. "É só por um cigarro na boca que ela fica feia" afirmou. Sem resposta, avisa o amigo que a aula ia ser ministrada em uma sala diferente, e anda em direção ao elevador.

Como o normal, estava lotado. Viu alunos universitários bonitos, feios, rebeldes e certinhos. Sentiu o elevador subindo lentamente, e lentamente atingindo o terceiro andar. Entrou na sala e pôs sua mala em cima de uma cadeira vazia. Olhou para todos, deu um Bom Dia que ninguém respondeu, e saiu. Após alguns segundos no corredor, um amigo chega, e com ele, certo entusiasmo. Viu que era por causa de seus amigos que continuava ali. Seu curso? Sim, ele importava. No fundo, queria estar fazendo outro curso em outro local, mas aquele servia.

As pessoas foram chegando, e ele foi se sentindo em casa. O amigo recebeu outro amigo, e mais outro. Eram quatro. Um pior que o outro, nos quesitos vida pessoal, vida acadêmica, e visual. Eram quatro estranhos em um mundo de normais. Não percebeu a professora entrando na sala, e continuou conversando. Após um pigarro do mestre, sentou-se, e preparou-se para aquela aula.

Após muitos blábláblás da professora, viu que a aula não iria render tanto quanto queria. Viu sua nota, satisfatória, porém baixa, e assinou o documento. "Nota normal" ele pensou. Conversou com os amigos e resolveu sair mais cedo daquela aula. Foram ao lugar que sempre iam. Era um boteco que tinha o layout de uma padaria. Pediram seus cafés com leite e seus pães na chapa, e comeram, conversando sobre projetos que não iriam se cumprir, promessas que não iriam se tornar realidade, e assuntos normais do cotidiano. Como o esperado, ficaram lá até a próxima aula começar.

E, normalmente, a aula começou. E normalmente, eles assistiram ao mesmo professor. E o mesmo professor, como era de se esperar, falou um monte de coisas que não tinham a ver com a aula, e só após meia hora de falação, entregou as provas. Nota baixa. Mas aceitável. Era a média da sala, uma nota comum, uma nota normal. Ficou de saco cheio e saiu da sala. Foi embora. Pagou o estacionamento, ligou o carro, e dirigiu para sua casa.

Parou no antigo escritório de seu pai, e começou a navegar na internet. Normalmente, ninguém o impediu nem o repreendeu. Viu seu pai chegando, e com um Oi normal, o viu sair. Tinha alguma coisa errada. Hoje tudo estava muito normal, menos ele. Tudo estava normal. Acordou normalmente, dirigiu normalmente, e assistiu às aulas normalmente. Só que algo não estava normal. Com seu computador, resolveu escrever um texto. E, no fim desse texto, percebeu que seu texto não estava excepcional, nem deslumbrante. Estava normal. Estava chato e repetitivo, como o normal.

Resolveu jogar o texto em algum site, pra que algum leitor desocupado o leia, e não o comente. E como era de se esperar, ele cansou daquilo tudo. Casou da normalidade. Queria ir embora para nunca mais voltar. Queria ir embora. Desceu as escadas e foi ao banheiro. Percebeu que nas ultimas semanas, todas as privadas que ele usou estavam vazando. A privada de seu quarto, e a da sala também. A privada do quarto de seu pai, e a privada do escritório. Estanho, não?

Não. Normal. Na vida dele, não havia mais nada estranho. Era tudo normal. "Relaxa", ele dizia. E ele não relaxava. Estava tenso. Sentia saudades da namorada, sentia saudades da vida de antes. Sentia-se acomodado, e sem incentivo. E, normalmente, consegui escrever um texto de duas páginas sobre o que sentia.

Estava na hora de parar de sentir-se mal, e começar a fazer algo por isso.

Mas como era normal, ele não fez. Ele quer parar de se desculpar para um editor de texto, mas não consegue. Resolve, subitamente, terminar de escrever. Faz um final normal. Tenta por um fim nos meios. E, infelizmente, não sabe se conseguiu.

E se ele não conseguiu passar sua mensagem, mesmo após quatro mil e duzentos caracteres? Não tem problema. Pra ele, isso tudo é, como sempre, normal.

domingo, 2 de agosto de 2009

Onde Foi Que Eu Errei [2]

Conta-se que Tomás de Aquino, o "doutor angélico" da Igreja Romana (1330 d.C.), ao visitar o Papa Inocêncio IV, este, depois de lhe haver mostrado toda a fabulosa riqueza do Vaticano, disse, fazendo alusão às palavras de Pedro ao coxo da porta Formosa (Atos 3:6):

- Vês, Tomás? A Igreja não pode mais dizer como nos primeiros dias: "Não tenho prata nem ouro..."

- É verdade - confirmou Tomás - Mas também não pode mais dizer ao coxo: "Levanta-te e anda".

Via Pavablog


sábado, 1 de agosto de 2009

Fabulosa [2]

Certa vez a verdade e a mentira foram passear juntas. Passaram perto de um belo lago, e o dia estava quente.

A mentira falou à verdade: "Venha, vamos nadar juntas, está um dia tão bonito".

A verdade respondeu: "Sim, vamos nadar".

Ambas se despiram e a verdade pulou na água antes da mentira; a mentira ficou fora da água, pegou as roupas da verdade e sumiu.

Desde então, a mentira anda por aí com as roupas da verdade, mas a verdade é considerada mentira.

via Pavablog

quinta-feira, 30 de julho de 2009

E se...

Plágios mil.

Original: Packing

Plágio 1: E se eu fosse...

Plágio 2: E se...

VAMOS!

Pra Amanda.

Pra uma amiga que fez a maior merda que uma garota pode fazer na vida.


O Grande e o pequeno
Adriana Falcão

Todo caso de amor tem um grande e um pequeno. O pequeno ama, o grande se deixa amar. O grande fala, o pequeno ouve. O grande discorda, o pequeno concorda. O pequeno teme, o grande ameaça. O grande atrasa, o pequeno se antecipa. O grande pede, ou nem precisa pedir, e o pequeno já está fazendo. Não é uma questão de gênero. Existem homens pequenos e homens grandes, mulheres grandes e mulheres pequenas. O temperamento e as circunstâncias influem, mas não determinam. O grande pode ser o mais bem-sucedido dos dois ou não. O pequeno pode ser o mais sensível, mas nem sempre é assim. Muitas vezes o grande é o mais esperto, mas existem pequenos espertíssimos. Depende do caso.

Mas como tudo pode acontecer, senão nada disso ia ter graça, a qualquer momento, por alguma razão, geralmente à noite, imprevisivelmente, o grande pode ficar pequeno, e o pequeno ficar grande de repente. Basta um vacilo, um acaso, um cair de tarde, um olhar mais assim, um furacão, uma inspiração, uma imprudência.
Quando isso acontece, é comum o pequeno ficar maior ainda, o que torna automaticamente o grande ainda menor. O ex-pequeno, logo que é promovido a grande, pode se vingar do ex-grande, se seu sofrimento tiver boa memória. Aí, coitado do novo pequeno, vai se arrepender de cada não beijo, cada não telefonema, cada não noite de insônia, cada não desespero, cada não entusiasmo, cada não carinho inesperado, indispensável, inevitável, imprescindível, cada não todas as palavras apaixonadas em qualquer língua do mundo. Ele vai se surpreender com a reviravolta, no começo, mas vai se conformar com sua nova condição de pequeno em seguida. E então vai seguir, cuidadoso e desastrado, na quase inútil intenção de conquistar o grande urgentemente.

EmPoeira.

(como eu não faço idéia como por parágrafo no blogger, eu pulo uma linha entre um parágrafo e outro, ok?)

E ele estava nervoso. Não sabia por que, mas estava. Escrevia textos ouvindo Portishead, deixando-o cada vez mais depressivo. Agradecia o autocorretor do Word ao substituir o “porque” por “por que”. Por quê?

Enquanto rolava um Mew, uma banda que ele gosta pra caramba, apesar dos efeitos e vozes estranhas, ele escrevia um texto sobre si mesmo. Um texto descritivo, narrativo, e idiota. E no texto, escrevia como se sentia no momento: perdido. (Mew não ajuda muita com a frase “Indiference Is Killing Me”).

Após um banho e vários pensamentos inúteis e confusos, volta a escrever. Ele é adepto à frase bíblica: “Mente vazia, oficina do diabo”, mas, mesmo assim, continua entrando na idiotice de tomar banhos longos e silenciosos. Sai deles com mais raiva do mundo do que quando entrou.

Ao voltar ao computador, perde a vontade de escrever. Como sempre. Como faz com seus cursos. Começa, e para no meio. Com seu blog foi assim.

Criou um blog, e escrevia nele toda a inutilidade possível. Começou a angariar seguidores, e logo gostou daquilo. Escrevia mais, copiava-e-colava de sites, fazia o que queria. Ele, um aspirante a escritor, à jornalista, escrevia. Postava fotos, postava textos e poemas. Usou o blog para conquistar as meninas que gostava, fazia poemas longos, curtos, e chamativos. Mas eram de coração, realmente! Não eram palavras falsas! Eram reais!

Poemas e textos e palavras e letras. E pontos, e vírgulas, e reticências. As palavras começaram a pousar umas ao lado das outras, e as frases, a aconchegarem-se em um mundo de letras. Quando, raramente punha imagens, e vídeos, escrevia algo breve. Até começar a ficar enfadonho.

E o enfado mata a gente. Matou um blog, matou amizades, e mata muito mais. Mata o entusiasmo. Quando aborrecido, entediado, perde-se a vontade de criar, de escrever, de fotografar. Ele, um aspirante a escritor, não escrevia mais. Seus neologismos não voavam mais sobre seus textos. Suas metáforas pararam de rir e de brincar. Ele, um aspirante a fotógrafo, parou de congelar imagens, de atribuir significados, de clicar momentos. Parou de editar fotos no computador, parou com tudo.

E, ao escrever o texto, viu que estava montando uma história tediosa e emotiva. E era exatamente isso o que queria. Quando está triste, se chora. Quando se está feliz, se ri. Ele escreve. Gosta da solidão como ninguém. As vezes ri ao ler Asimov, e crê ser como ele em relação às máquinas: Ama-as.

Ama a Deus acima de todas as coisas, crê em Jesus e sua eterna salvação, por mais que os amigos não achem isso dele. E eles estão certos. Tens que ser espelho de Cristo, dizem pastores. E tudo que tem feito não tem mostrado Jesus e sua plenitude.

Ele quis ser diferente e moderno. Quis ser popular e falador. Quis ser copiado, invejado, desejado. E, logo após pensar assim, os pensamentos eram levados pela própria negação. Como a areia leva o vento. Via que, no fundo no fundo, não era nada - Era mais um jovem de óculos de acetato querendo gostar de bandas estranhas para debater sobre elas em uma roda de garotos que usavam os mesmo óculos de acetato e gostavam das mesmas bandas estranhas – E pensava que, ao desejar ser um exemplo, só saia perdendo. Os amigos o viam com desdém, os outros, com indiferença, e os Cristãos, com dó

E resolveu, após um dia nervoso, uma tarde nervosa, uma discussão sem nexo, um nervosismo sem razão óbvia, que devia escrever. Não escrever os textos que escrevia normalmente, mas escrever sobre ele. Sobre o blog, sobre os pensamentos, sobre coisas soltas e sem nexo. Ah, como gostava de escrever coisas sem nexo, e poemas. Como gostava de tirar fotos, de sair por aí, só, capturando detalhes.

Hoje viu que o seu instrumento musical, jogado no canto do quarto, está empoeirado. Viu que seu blog está empoeirado. Viu que seu computador está empoeirado. Viu que sua câmera está empoeirada (a ponto de ter teias de aranha). Viu que suas amizades estão empoeiradas. O que não estava empoeirado estava quase. Sua vida com Deus, seu namoro, seu amor pelas palavras. Viu que tudo estava empoeirado. Ele realmente quer ver sua vida com Deus e seu namoro sem nem um pingo de poeira. Agora, de resto? Infelizmente... Ele não liga. A falta de incentivo o consumiu e agora, sua vida empoeirou-se. Ele quer reviver seu namoro. Quer mesmo.

O resto... É resto. Ou melhor: virou resto. O incentivo não existe, e ainda o consome. O blog, os amigos, a câmera, a música. Tudo tão parado no tempo quanto seus pensamentos. Tudo tão empoeirado, deixado de lado, enfadonho. Tão enfadonho que, de repente, aborreceu-se com o texto. Ficou de saco cheio de escrever um texto que muitos não vão ler até o fim, e que ninguém vai achar o máximo e querer publicar na última página da Veja São Paulo, ao lado do Walcyr Carrasco. Finaliza-o com uma frase dele mesmo, só que entre aspas, pra simular uma citação importante de alguém importante em algum livro importante. E a frase diz: “Não é o amor, nem a tristeza, nem a raiva. O que impulsiona um escritor é a realização pessoal. Ou a falta dela.”

Drive In

Aprende-se a dirigir.

Você pega o carro, dá uma voltinha. Ele morre. Liga, acelera, morre. Liga, acelera, e surpreendentemente não morre.
Você acelera e sai com o carro. Agora ele não morre mais. Faz curvas muito devagar, e atropela lombadas em alta velocidade. Você aprende a frear.
Troca marchas, aprende a reduzir, já não freia tanto. Faz curvas rápidas e ágeis, passa nas lombadas com primor.
Aprende a derrapar nas curvas, sem perder o controle. Agora você dirige a noite, de manhã, na chuva, na areia. Decide sair pra dar uma volta off-road. E você ama.
Volta pra estrada, acelera, freia, derrapa. E quando fica confiante, digo, muito confiante, faz uma curva, acerta um buraco bem colocado, e capota o carro.
Dois meses no hospital e lá está você tentando aprender a dirigir de novo.



Assim funciona a vida. Neste caso, um blog.
Acelerei, aprendi, e capotei. Estou tomando de novo o rumo dele. Devagarzinho aprendo.


(Descobri que escrevo muito parecido com Marcelo Rubens Paiva, após ler "O Homem Que Conhecia As Mulheres")

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Conto: Releituras são necessárias.

Arrá! Não esqueci do conto, pessoal, estou escrevendo-o.

Uma das coisas que percebi sobre os contos é que mesmo após escrever uma história, que na sua cabeça tem uma relação perfeita com os personagens e cabe dentro da história e personalidade deles, na verdade não tem nada a ver.
Quando eu fiz a releitura da coisa toda, vi que os dois capítulos mais recentes (sim, será dividido em capítulos, então não sei mais se posso chamar de conto) não tinham nada a ver com a história. Absolutamente nada. Copiei e colei em outro documento, e deixei de lado... vai que algum dia faça algo relacionado.

Mas no fim das contas, o "conto" está correndo bem.

Aguardem.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Se eu fosse...

Copiado e editado descaradamente do blog da Mel, Que J'adore.


Se eu fosse um objeto... seria um Jogo (de alta qualidade, que se manteria no tempo pela qualidade da história, quase literária, e qualidades na jogabilidade. Um Fallout 3.)
Se eu fosse um filme... seria O Quinto Elemento
Se eu fosse uma banda... seria o Interpol
Se eu fosse um marca... seria T'S (das minhas camisetas com frases)
Se eu fosse um cheiro... seria Stilleto
Se eu fosse um animal... seria um cachorro, beeem amigável.
Se eu fosse uma música... seria Quando Se Está Só, do Nelson Bomilcar
Se eu fosse um livro... seria Este Mundo Tenebroso
Se eu fosse um astro... seria a estrela Aldebarã (pelo notável nome)
Se eu fosse uma construção... seria uma Tumba cheia de mistérios.
Se eu fosse um país... seria o Canadá
Se eu fosse uma flor... seria uma Rosa vermelha.
Se eu fosse um instrumento... seria qualquer um de sopro.
Se eu fosse uma peça de roupa... seria uma camiseta com frases de efeito.
Se eu fosse uma obra de um artista... seria Auto Retrato, de Escher
Se eu fosse uma década... seria os anos 80
Se eu fosse uma figura histórica... seria Isaac Asimov
Se eu fosse um material artístico... seria uma camera fotográfica (vale, né?)
Se eu fosse uma classe literária... seria o Pós-Modernismo (Ficção Científica, serve?)
Se eu fosse um período artístico de pintura... seria o do Escher (não achei no google.)
Se eu fosse um período artístico de arquitetura... seria o Gótico
Se eu fosse um sapato... seria um Nike SB High todo colorido.
Se eu fosse uma matéria escolar... seria filosofia e cultura
Se eu fosse uma pedra... seria cascalho de construção
Se eu fosse um tecido... seria algodão misturado com algo sintético.
Se eu fosse você... eu já teria parado de ler lá pela terceira linha.


:D

repassando

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Fotopreferências.

Eu estou em Orlando, Florida, de férias.

Hoje fui no Universal Islands of Adventure.

Descobri que...

Não gosto de tirar fotos turísticas.
É isso mesmo. Eu percebi que fotos turísticas não são minha praia. Eu gosto de foto de pessoas, mas... não tenho saco de ficar tirando foto da montanha russa, do chafariz, da paisagem. Não tenho saco de tirar foto do irmão, do pai, da madastra. Absolutamente não. É por isso que digo que não sei se haverão fotos da viagem.
No fim das contas, percebi que, se a câmera estivesse com um acesso mais fácil
(e não abre-mala-tira-camera-fecha-mala) eu tiraria foto dos bebês branquelos, dos latinos e estrangeiros, das tattoos religiosas dos moradores latinos, dos americanos e seus estilos estranhos, das mulheres e seus cabelos bizarros. Mas parar pra tirar foto da família, eu simplesmente não paro.
É um pouco repugnante, mas é a verdade. Eu gosto de fotos de pessoas fazendo coisas corriqueiras. Descobri que gosto de alegria humilde. Vale mais um menininho sorrindo brincando com um caminhão de lata do que uma família sorrindo na supermega montanha russa do Hulk (que, só para registro, é imperdível).

Portanto, não julguem-me para não serem julgados.

:D that’s all, folks.

PS: A parte da universal do Dr. Seuss é demais. Pena que todos pensem que o ilustre poeta infantil é um idiota criador de desenhinhos bestas como O Gato, Grinch e Horton e o mundo dos Quem.